Portal do Voluntário: ligando pessoas a oportunidades

A vontade de ajudar o próximo tem mais um motivo para se tornar realidade. Através do Portal do Voluntário, qualquer pessoa pode candidatar-se às vagas cadastradas no endereço portalgrupobuaiz.com.br/iab/portal pelas organizações, mediante preenchimento de dados e aceite dos Termos e Condições exigidos. O portal funciona como uma vitrine, mostrando as demandas das entidades apoiadas pelo Instituto Americo Buaiz.

Já estão no ar as demandas de voluntariado da primeira organização social a ser apoiada pelo Instituto Americo Buaiz em 2018: o Serviço de Engajamento Comunitário – Secri, além das publicadas pelas entidades apoiadas no ano passado – Instituto João XXIII e Centro de Acolhida Monsenhor Alonso.

Lançado em agosto de 2017, a iniciativa já mostra resultados. Confira depoimentos de quem já abraçou essa ideia:

Serviço de Engajamento Comunitário – Secri

Danielle Freitas Rangel, que atuou como assistente social no Secri em 2017 através do Portal do Voluntário do Instituto Americo Buaiz:

“Graças à experiência no SECRI consegui um emprego”.

1 – Como você chegou até o Portal do Voluntário do Instituto Americo Buaiz? O que você achou da iniciativa? Como você avalia o serviço prestado?

R: Eu fiquei sabendo do Portal do Voluntário por meio dos jornais da TV Vitória. Vi reportagens sobre como o trabalho voluntário é importante para quem faz e quem recebe. A forma como as  reportagens abordaram o tema me chamou a atenção para ser uma voluntária, principalmente pelo fato de eu estar desempregada e que o trabalho voluntário poderia me ajudar em um processo seletivo.

Entrei em contato com o Instituto Americo Buaiz a fim de me inserir em algum trabalho voluntário como assistente social, logo em seguida entraram em contato comigo esclarecendo que estavam à procura de uma ong para eu realizar o trabalho. Passado um tempo a assistente social do SECRI entrou em contato comigo e marcamos uma entrevista que resultou na minha atuação como voluntária. Avalio o serviço de forma positiva e rápida.

2 – Como tem sido a sua atuação no Secri? Fale um pouco da sua rotina, das atividades que desenvolve, do acolhimento que recebeu das pessoas que lá trabalham e dos beneficiários.

R: No SECRI eu realizei atividades como assistente social. Realizei atendimento social a indivíduos, famílias e grupos da comunidade de São Benedito e adjacências, assim como aos funcionários da instituição; atendimento para esclarecer dúvidas, orientar sobre direitos, deveres e acesso a direitos instituídos; atendimentos para encaminhamentos aos órgãos competentes de acordo com a demanda; atendimento para concessão de complementação alimentar. Auxilei na elaboração de programas e projetos sociais e na organização de cursos, palestras, reuniões.

Tanto os funcionários quanto os usuários do serviço do SECRI me acolheram e receberam da melhor forma possível, fui tratada como uma funcionária normal, sem discriminação. Participei de um evento de final de ano com os funcionários e as crianças em um clube onde tive o reconhecimento de meu trabalho, mesmo no curto período que estive lá.

Os usuários do SECRI são pessoas humildes e muito acolhedoras, me ensinaram muito mais do que eu pude ensiná-los.

Não posso deixar de falar da assistente social do SECRI, a Katiana, uma guerreira, sozinha atende toda a comunidade e os funcionários com muita dedicação e profissionalismo. Ela me acolheu da melhor maneira possível, me deu autonomia para exercer a profissão, mesmo eu não tendo tanta experiência. Sou eternamente grata a ela.

Graças à experiência no SECRI consegui um emprego como assistente social no Centro de Convivência da Terceira Idade de Vitória, vou atender os idosos de Jaburu, um bairro de periferia como São Benedito (território de atuação do SECRI). Tenho certeza que a experiência em um bairro como o São Benedito me ajudou a conseguir essa vaga na PMV.

3 – O trabalho voluntário tem sido o que você esperava? Você indicaria a outras pessoas serem voluntárias também?

O trabalho voluntário foi muito além do que eu esperava, aprendi muito. Aprendi a minha profissão, aprendi o convívio comunitário, aprendi as diferenças, aprendi, aprendi, aprendi. Levo o SECRI no meu coração. Faria tudo de novo do mesmo jeito.

Agora trabalhando não sei se terei tempo de realizar o trabalho lá ou em outro lugar, mas com certeza quero manter contato como o SECRI.

Super indico o trabalho voluntário. Indico você se doar ao outro não só para fazer o bem ao próximo, mas para fazer o bem a você mesmo.

Sou grata por ter tido essa oportunidade.

 

 Centro de Acolhida Monsenhor Alonso

 Alexandre Geraldo Nunes de Araujo, que realiza um trabalho com os idosos na área de Musicoterapia no Centro de Acolhida Monsenhor Alonso e se inscreveu para uma vaga publicada no Portal do Voluntário do Instituto Americo Buaiz:

“Fiquei sabendo sobre o Portal do Voluntário do Instituto Americo Buaiz através da informação de terceiros. Os motivos que me levaram a fazer minha inscrição para doar meu tempo voluntariamente e atuar como musicoterapeuta com os idosos do Centro de Acolhida Monsenhor Alonso foram o interesse no trabalho com idosos e a possibilidade de ampliar o estágio dos alunos  do curso de pós-graduação em Musicoterapia do Instituto Alpha, onde exerço a função de coordenador do curso. Começamos o trabalho no início de outubro de 2017, pretendemos prolongar o tempo de trabalho em 2018, a partir do início de fevereiro. No Centro de Acolhida o público é essencialmente masculino. Mostraram-se receptivos, e a cada encontro os participantes se mostram mais envolvidos com a proposta que extrapola a questão musical: há muitos relatos de suas vidas, associados à questão da memória e às canções evocadas”.

Alexandre Araujo é graduado em Musicoterapia pelo CBM/ RJ desde 1991. Experiências profissionais: APAES do Rio de Janeiro e Vitória; professor auxiliar e coordenador de Musicoterapia na FAMES; junto ao Sistema de Saúde, na formação do CAPS Ilha Santa Maria e de João Neiva; musicoterapeuta no Hospital Adauto Botelho e em várias clinicas em Vitória (Travessia, Centro Aorosa, Solar do Viver, Beija-Flor, AMI – Jardim Camburi); regente e professor de violão no Centro de Convivência de Jardim da Penha; professor de prática de conjunto na Secretaria de Cultura da UFES; professor em três versões do Festival de Inverno de Domingos Martins, dedicados ao ensino do ukulelê para professores de Educação Musical, e prática de choro. Desenvolve atendimento a idosos particulares e em casa de atendimento. Desenvolve um trabalho na Rádio Universitária tratando do gênero musical choro, Programa Alma Brasileira – FM 104,7.

Na opinião de Vânia, enfermeira do Centro de Acolhida Monsenhor Alonso, o trabalho com Musicoterapia tem sido bem interessante: “Os idosos interagem. A maioria deles desce para participar. Gostei muito”.

Luciana Correia, que é advogada e se dispôs a atuar como voluntária na área de Apoio jurídico*para o Centro de Acolhida Monsenhor Alonso, através do Portal do Voluntário do Instituto Americo Buaiz:

“Conheci o Instituto Americo Buaiz através de uma reportagem na TV que informava sobre os trabalhos desenvolvidos no Instituto, e a partir daí me despertou o interesse em participar como voluntária contribuindo com meus serviços profissionais para tornar a vida das pessoas necessitadas um  pouco menos difícil, e também pelo fato de sentir prazer em ajudar e levar amor ao próximo. Achei interessante a divulgação do Instituto na TV, pois devido à correria do dia a dia não nos atentamos para as questões sociais e isso contribui para despertar o interesse nas pessoas com relação aos serviços voluntários.

Eu já participo como voluntária no meu bairro do grupo ‘Jardim Camburi do Bem’, que ajuda os moradores de rua que circulam pelo bairro de Jardim Camburi, além dos bairros vizinhos Mata da Praia, Jardim da Penha, Praia do Canto e Camburi, na distribuição de marmitas prontas (alimentos) no período noturno. Somos um grupo em que a maioria reside no bairro Jardim Camburi e se divide na confecção e entrega de marmitas, e no encaminhamento dessas pessoas à clínica para tratamento de drogas, exames médicos, consultas  e outras contribuições necessárias que porventura aparecerem, sem nenhuma ajuda de governo.

Trabalhei também há muitos anos no Instituto de Atendimento Socioeducativo – IASES no atendimento aos adolescentes em conflito com a Lei, e esse trabalho contribuiu para que tivesse um novo olhar em prol das pessoas necessitadas”.

*Rubia Giestas e Milena Marelli também se dispuseram a ajudar como Apoio jurídico do Centro de Acolhida Monsenhor Alonso.

 

Instituto João XXIII

 

As voluntárias Daisy Fernandes, Izabel Laporte, Adriana Simões e Ana Paula Esguerçoni atuarão como voluntárias no Bazar da Gentileza em 2018.

 

 Time jurídico do bem: Rubia Giestas e Milena Marelli, na primeira foto, e Luciana Correia, na segunda. Voluntárias do Centro de Acolhida Monsenhor Alonso na área de apoio jurídico

Danielle Freitas Rangel alcançou um emprego graças à atuação como assistente social voluntária no Secri

 

Saiba como ajudar o Secri portalgrupobuaiz.com.br/iab/portal


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4 semanas ago

26

JAN