Marcílio Moraes fala sobre a série “A Lei e o Crime”

Ação, suspense, perseguição, justiça, corrupção e muitos segredos. Esse é o pano de fundo do seriado A Lei e o Crime, que voltará à tela da Rede Record a partir do dia 30 de setembro. Feliz com a reestreia, o autor Marcílio Moraes conversou com o R7 sobre o processo de criação da série que se tornou um sucesso absoluto.

— Foi uma coisa da minha imaginação. Surgiu basicamente de uma ideia que eu tive… Resolvi contar a história de um cara [Nando] que mata o sogro e se torna bandido. De início, era pra ser um conto! Mas gostaram tanto do piloto que acabou virando um seriado, que teria 13 episódios e depois esticou para 21.

Na época em que foi ao ar, o seriado teve uma repercussão enorme. Durante a conversa, Marcílio relembrou alguns de seus momentos preferidos em A Lei e o Crime e disse que teve facilidade para contar a história de cada personagem.

— Adoro as cenas de ação. Eu gosto do começo, do que dá origem à tudo. O final é legal, os confrontos com tiroteio… Se bem que também tem umas cenas românticas muito boas! Eu tive ideias boas para escrever. Óbvio que os protagonistas, Nando e Catarina, sempre foram mais fáceis. Mas, no geral, tive inspiração para todos os personagens.

O autor se mostrou muito animado com a ideia de rever seu trabalho na Record. Ele convidou todos os telespectadores para assistirem à série:

— Fiquei muito feliz com a reprise, pois o programa fez muito sucesso na época. As pessoas não podem perder o seriado. Eu acho que para quem não viu é uma boa oportunidade. E pra quem já é fã, vai poder observar os detalhes e curtir cada episódio. É uma série que aborda a problemática criminal e social do Rio de Janeiro. Vale a pena assistir!

A série de Marcílio Moraes é dirigida por Alexandre Avancini e será exibida às segundas-feiras, logo após a novela Pecado Mortal.

Conheça a série A Lei e o Crime:

O seriado mostra a vida de Nando (Ângelo Paes Leme), um ex-cabo do Exército. Assalariado de classe média baixa, ele mata o sogro Reinaldo e se refugia numa favela, onde acaba assumindo o controle do tráfico de drogas.

Depois de cometer o primeiro crime, ele passa a ser perseguido implacavelmente pelo cunhado Romero, um policial corrupto ligado às milícias.

Nesse meio está ainda a herdeira do magnata Alcebíades Laclos, Catarina (Francisca Queiroz), que durante um arrastão dentro de um túnel testemunha o cruel assassinato do pai por Nando. A partir daí, ela decide se tornar delegada para prender o culpado, mesmo contrariando a vontade do marido.

O problema é que Catarina também almeja cumprir todas as outras “pendências” da delegacia seguindo à risca os desígnios da lei, o que muito importuna Romero e seu parceiro, o inspetor Ari.

Fonte: Thamires Bonaparte, do R7


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